sábado, 29 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
POIS É...
“Ninguém sente a minha enxaqueca, minhas trocas de humor, minhas cólicas menstruais, ninguém paga as minhas contas, pensa o que eu penso, toma as decisões que preciso tomar. Por tudo isso, eu digo, se eu tenho que mostrar alguma coisa é pra mim. E por pensar dessa forma, sempre busquei me superar. Muitas vezes eu converso comigo mesma e digo força-força-força. Mas eu entendo que preciso me permitir sentir toda a fraqueza, vez ou outra.”
| — | Clarissa Corrêa. |
quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Julgo-me vazia, inerte de sentimentos bons ou ruins. Completamente neutra, me despenco por dias à baixo. Lembro-me como matei as borboletas do meu estômago. E como romeu e julieta se tornaram pessoas burras diante dos meus olhos. E que agora, coroa é apenas de flores, para sepultar o doce que chamam de amor. Queria ser independente do acontecer, queria dominar as pétalas e conta-las antes de jogar o meu bem-me-quer por ai. Queria ressuscitar não só minhas borboletas, mas também a minha vontade de me entregar sem que isso seja uma necessidade, e sim uma conquista. Estou cheia de vazios incólumes, me congelam, me cortam e me velam. Estou em busca da verdadeira arte do verbo sentir, explodir pelos poros, pupilas e pálpebras. Exalar felicidade ao ter e ao pertencer. Ser vazia ou cheia de mim, mas que nunca mais me sinta só, sem dó.
Assinar:
Postagens (Atom)