sábado, 29 de junho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

POIS É...

Ninguém sente a minha enxaqueca, minhas trocas de humor, minhas cólicas menstruais, ninguém paga as minhas contas, pensa o que eu penso, toma as decisões que preciso tomar. Por tudo isso, eu digo, se eu tenho que mostrar alguma coisa é pra mim. E por pensar dessa forma, sempre busquei me superar. Muitas vezes eu converso comigo mesma e digo força-força-força. Mas eu entendo que preciso me permitir sentir toda a fraqueza, vez ou outra.
— Clarissa Corrêa.     

terça-feira, 4 de junho de 2013

Você me deu todos os motivos para desistir. E eu te darei todos os motivos para se arrepender.

domingo, 2 de junho de 2013

Você grita, chora, esperneia, morre por dentro. Mas nunca admite o que sente.
Posso voltar no tempo?
Mudar tudo que fiz.
Refazer. Recomeçar.
Não precisa voltar
Basta me reiniciar.
Apagar minhas
lembranças.
excluir minha
saudade.
Preencher me 
de novidades.
Uma outra 
personalidade. 
Recomeço. 
Só isso que preciso. 

sábado, 1 de junho de 2013

Julgo-me vazia, inerte de sentimentos bons ou ruins. Completamente neutra, me despenco por dias à baixo. Lembro-me como matei as borboletas do meu estômago. E como romeu e julieta se tornaram pessoas burras diante dos meus olhos. E que agora, coroa é apenas de flores, para sepultar o doce que chamam de amor. Queria ser independente do acontecer, queria dominar as pétalas e conta-las antes de jogar o meu bem-me-quer por ai. Queria ressuscitar não só minhas borboletas, mas também a minha vontade de me entregar sem que isso seja uma necessidade, e sim uma conquista. Estou cheia de vazios incólumes, me congelam, me cortam e me velam. Estou em busca da verdadeira arte do verbo sentir, explodir pelos poros, pupilas e pálpebras. Exalar felicidade ao ter e ao pertencer. Ser vazia ou cheia de mim, mas que nunca mais me sinta só, sem dó.
Eu vomitei borboletas.
Vomitei porque dentro de mim nunca existiu jardim e não há nada capaz de florescer. Dentro de mim nunca foi lugar para seu ninguém habitar. Eu não sou boa moradia e se pudesse, também sairia de mim mesmo, as malas já estão arrumadas.
Quando eu desconfiei,
eu fucei, fucei e fucei…
E advinha? Achei!
Quando li,
eu chorei, chorei, chorei…
E advinha?
Meu coração despedacei.
Quando alguém te quer pela beleza não é amor, é desejo. Quando alguém te quer por sua inteligência não é amor, é admiração. Quando alguém te quer pelo seu dinheiro não é amor, é interesse. Quando alguém te quer e não sabe o motivo, ai sim é amor.
— Desconhecido.