quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A pessoa não te liga mais, não te manda mais sms, não pergunta mais como foi seu dia, nem se quer nota que você se afastou um pouco. Parece que esqueceu que quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta.
E você lê
relê
e se pergunta 
se é para você.
Não mereço uma pessoa que não sabe o que quer. Mereço certezas. Mereço que seja recíproco. Não quero alguém que me bajule o tempo todo. Não precisa abrir porta de carro, oferecer diamantes, pagar o jantar. Só precisa ser sincero. E real. E, principalmente, se entregar por inteiro. Porque não estou aqui para receber metade de nada.
Clarissa Corrêa 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

E como eu ia saber? Se imaginasse que ia gostar de você assim, nem tinha passado perto. Andaria rápido, olhando pra baixo.
Soulstripper. 
Ele é uma droga, mas é aquele tipo de droga que te vicia rapidamente. Porém, nessa droga há um aviso: Se ficar muito viciado, é melhor preparar o coração para não ser partido.
O Amor é confuso. 

ahhh meu Deus, era tudo que eu queria...
Queria eu:
Amar e ser amado,
Cuidar e ser cuidado.
Coisa simples, mas quase impossível.
Eu amo você. Sim, amo muito. Mas está na hora de fazer as escolhas que serão melhores para mim, e meu bem, você já não é uma delas.

sábado, 26 de janeiro de 2013


Ela
é
fria
vazia
insegura,
triste
sozinha
medrosa,
mas
o coração
cheio
de
saudades.
Máh Soares
Eu ando fingindo muito. Finjo que não me importo, finjo que não quero, finjo que não sinto, finjo que não vejo, finjo que esqueço.
Caio Fernando Abreu. 

"Indiretas do bem!" Ilana s2

"Indiretas do bem!" por favor né...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Entrou empurrando a porta e tudo o mais que estivesse a sua frente. A mulher, assustada com tudo o que via, paralisou. O quarto de pensão era pequeno, mas o estrago que se fazia era enorme. Alterado, o homem lhe alcançou.
— Vai abrindo a boca.
Sua mão lhe prendia o pescoço e ela respirava aos barrancos.
— Me deixe respirar!
Ele frouxou os dedos e segurou-a pelos braços de costas para a parede. Tocou-lhe a testa com a sua própria.
— Por que você faz isso?
— Me largue, por favor.
Beijou-a. Furiosamente arrancou-lhe sangue dos lábios. Ela gritou, mas não o fez parar. Ele, no entanto, parou por conta própria.
— Você gosta?
Ela fez que sim com a cabeça.
— Não gosta, não. Sabe do que você gosta? Daquele cara. Aquele que saiu daqui ainda pouco. Olha pra você, ainda está soando. O sexo com ele é melhor? 
— Não seja idiota. 
— Quando ele te bate você sente tesão? Quando ele te aperta assim?
Segurou-a pelas pernas e a suspendeu na altura de sua cintura. Empresou-a contra a parede e ela respirava abafado. 
— Ele faz tão bem assim? Ele não me parece fazer seu tipo. 
— E desde quando você sabe o meu tipo? — Disse ela com tom de ironia.
— Tá na sua cara. Ele só parece ser mais um daqueles caras que você usa na tentativa de esquecer alguém. — ele retrucou.
— Você não me conhece.
— Verdade. Eu realmente não lhe conheço. Mas sei que você quer esquecer alguém. — Ele a deixa, pega sua carteira de cigarros e anda em direção à porta.
— Ei, não vai embora. — ela grita. - Como você pode falar com tanta certeza assim a meu respeito? Você por acaso conhece ele? 
— Nem preciso. Você mesma se entregou quando disse que gostava do jeito como te beijei. — Ele olha para ela sorrindo.
— Ok, você realmente tem razão. Mas você também não sabe o quão ruim é ter que fingir não conhecer alguém com quem você trocou por tanto tempo emoções intensas, brigas, dramas, sexo… — Ela continua. — Aliás, eu realmente gostei da maneira como você me beijou. Por um momento me senti nos braços de outro homem, talvez até melhor. — Ela levanta e vai caminhando até ele.
Ao se aproximar ele a empurra contra parede e a beija. — Gostou? — perguntou com cara de deboche.
— Isso é tudo que sabe fazer? - ela retruca e em seguida o leva para a cama. 
— Você não parece tão gostosa e mandona por cima.
— Nem você parece ser aquele homem que me tirou sangue ao me beijar. — ele segura os braços dela e a vira sem a menor delicadeza.
— Agora melhorou? — pergunta ele sorrindo. 
— É, até que agora você me parece mais atraente. Mas está me sufocando.
Ele riu e jogou o corpo para o lado.
— O que houve?
— Você já esqueceu quem vem tentando esquecer?
— Eu bem que tento. Mas sou perseguida.
— O que te persegue?
— Tudo. Eu sempre o vejo por aí. Nunca é ele, entende? Mas o mundo inteiro decidiu ter a sua aparência.
— Como assim?
— Em todos os lugares… Ele sempre está lá mesmo não estando. 
— Lembra o que o fez ir embora? 
— Eu o mandei ir.
— E por quê?
— Você pergunta demais. 
— Quero saber porquê tive que ir.
— Eu estava me apaixonando.
— Você não me deu nenhuma explicação.
— Vai embora.
— De novo?
— Sempre.
— Não dessa vez.
Saiu do seu lado e voltou a ficar por cima.
— Sério, cara, me deixa.
Beijou-a tão furiosamente quanto antes. Arrancou-lhe a blusa e lhe sugou os seios. Parou de repente.
— Ainda quer que eu lhe deixe?
— Você nunca vai deixar de ser idiota? Para de falar e continua o que estava fazendo. 
Tomou o corpo dela inteiro. Provou e provocou cada pedaço. Ela lhe cortou as costas com as unhas e os barulhos que faziam cortaram o vento que saía pela janela e chegavam aos ouvidos de toda aquela gente que passava pela rua. Não se importavam. Fodiam… Com força.
Luna & Marcos Filipe 
Como me desacostumar, do velho hábito da tua companhia.
Se é nela que fica a melhor parte do meu dia?
Marcos Filipe. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Obrigada pelas borboletas e sorrisos involuntários, mesmo que você não tenha idéia do que os causou.

a maroca chega se afasta e arregala os olhos de espanto, Eliézer como sempre muito gay e mongol faz essa cara de superior kkkkk lixo! Aline podia voltar :)

— Por que está tão silenciosa? — me perguntou Renata sentada na minha cama comendo brigadeiro comigo.
— Mas estou normal.
— Não, você não está.
— Oxe?! — soltei um sorriso para disfarçar.
— Bem, você ainda não me falou dele.
— Dele? que Dele?
— Sophia, você não me engana.
— As vezes só quero ficar em silêncio.
— Quando você menstrua?
— Daqui a uma semana, por quê?
— Já entendi o silêncio.
— Ai sua vadia — joguei o travesseiro nela.
— ela sorriu — Sério, você está diferente.
— Sei lá, não quero mais me maltratar falando dele.
— ela bateu palmas — Nossa parabéns Sophia.
— Why? — falei inglês.
— Deixou de ser idiota.
— Ou não.
— Pelo menos ainda não falou dele.
— Mas estou pensando, Rê.
— Sério, você é uma anta mesmo.
— Você acha que eu não sei?
— Dramática — ela fez um ar irônico e mexeu no cabelo.
— Muito, e você sabe disso.
— Mas, é um drama desnecessário.
— Mas é meu drama, licença, obrigada.
— Babaca.
— Acho que é isso que deveria chamar os apaixonados.
— nos rimos — Bem verdade.
— Babaca.
— Eu? mas nem estou apaixonada, Sophia.
— Mas me ama, dãr.
— ela tacou o travesseiro em mim — Boba.
— Não era babaca?
— Só quis ser romântica,amiga.
— Babaca.
“Sophia  XXXVII, Que tipo de pessoa ainda chama a outra de babaca?Amor é amor, amizade é ouro.” Bell Paulino 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Engoli tantas lágrimas que acabei me afogando por dentro.

Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte.
Arnaldo Jabor
Pessoas sábias falam de idéias.
Pessoas comuns falam de coisas.
Pessoas medíocres falam de pessoas.
Sócrates.  
eu só aceito a condição de ter você só p mim, eu sei n é assim mas deixa eu fingirrrrrr! laralaralara 8
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo, longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita. Tenho quase certeza que eu não sou daqui.
Legião Urbana   

domingo, 20 de janeiro de 2013

Não gosto de ser uma pessoa fria, de ignorar meus sentimentos ou fazer pouco caso de quem eu quero bem. Mas, tenho que admitir, dói muito menos ser assim.

Eu parei para pensar, e percebi que foi você que perdeu, perdeu, o amor mais sincero, que eu sentia por você.

Teu sorriso merece um beijo.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Não precisa mudar
Vou me adaptar ao seu jeito
Seus costumes, seus defeitos
Seus ciúmes, suas caras,
Pra que mudá-las?
Não precisa mudar
Deus vê e ouve as nossas orações, mesmo quando somos capazes de orar somente com nossas lágrimas.
Eu acho que sou sensível demais para amar. Uma palavra mal dita e já acabam com o meu dia.
Tímido Filósofo.