quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
“Não mereço uma pessoa que não sabe o que quer. Mereço certezas. Mereço que seja recíproco. Não quero alguém que me bajule o tempo todo. Não precisa abrir porta de carro, oferecer diamantes, pagar o jantar. Só precisa ser sincero. E real. E, principalmente, se entregar por inteiro. Porque não estou aqui para receber metade de nada.”
| — | Clarissa Corrêa |
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
sábado, 26 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
“Entrou empurrando a porta e tudo o mais que estivesse a sua frente. A mulher, assustada com tudo o que via, paralisou. O quarto de pensão era pequeno, mas o estrago que se fazia era enorme. Alterado, o homem lhe alcançou.
— Vai abrindo a boca.
Sua mão lhe prendia o pescoço e ela respirava aos barrancos.
— Me deixe respirar!
Ele frouxou os dedos e segurou-a pelos braços de costas para a parede. Tocou-lhe a testa com a sua própria.
— Por que você faz isso?
— Me largue, por favor.
Beijou-a. Furiosamente arrancou-lhe sangue dos lábios. Ela gritou, mas não o fez parar. Ele, no entanto, parou por conta própria.
— Você gosta?
Ela fez que sim com a cabeça.
— Não gosta, não. Sabe do que você gosta? Daquele cara. Aquele que saiu daqui ainda pouco. Olha pra você, ainda está soando. O sexo com ele é melhor?
— Não seja idiota.
— Quando ele te bate você sente tesão? Quando ele te aperta assim?
Segurou-a pelas pernas e a suspendeu na altura de sua cintura. Empresou-a contra a parede e ela respirava abafado.
— Ele faz tão bem assim? Ele não me parece fazer seu tipo.
— E desde quando você sabe o meu tipo? — Disse ela com tom de ironia.
— Tá na sua cara. Ele só parece ser mais um daqueles caras que você usa na tentativa de esquecer alguém. — ele retrucou.
— Você não me conhece.
— Verdade. Eu realmente não lhe conheço. Mas sei que você quer esquecer alguém. — Ele a deixa, pega sua carteira de cigarros e anda em direção à porta.
— Ei, não vai embora. — ela grita. - Como você pode falar com tanta certeza assim a meu respeito? Você por acaso conhece ele?
— Nem preciso. Você mesma se entregou quando disse que gostava do jeito como te beijei. — Ele olha para ela sorrindo.
— Ok, você realmente tem razão. Mas você também não sabe o quão ruim é ter que fingir não conhecer alguém com quem você trocou por tanto tempo emoções intensas, brigas, dramas, sexo… — Ela continua. — Aliás, eu realmente gostei da maneira como você me beijou. Por um momento me senti nos braços de outro homem, talvez até melhor. — Ela levanta e vai caminhando até ele.
Ao se aproximar ele a empurra contra parede e a beija. — Gostou? — perguntou com cara de deboche.
— Isso é tudo que sabe fazer? - ela retruca e em seguida o leva para a cama.
— Você não parece tão gostosa e mandona por cima.
— Nem você parece ser aquele homem que me tirou sangue ao me beijar. — ele segura os braços dela e a vira sem a menor delicadeza.
— Agora melhorou? — pergunta ele sorrindo.
— É, até que agora você me parece mais atraente. Mas está me sufocando.
Ele riu e jogou o corpo para o lado.
— O que houve?
— Você já esqueceu quem vem tentando esquecer?
— Eu bem que tento. Mas sou perseguida.
— O que te persegue?
— Tudo. Eu sempre o vejo por aí. Nunca é ele, entende? Mas o mundo inteiro decidiu ter a sua aparência.
— Como assim?
— Em todos os lugares… Ele sempre está lá mesmo não estando.
— Lembra o que o fez ir embora?
— Eu o mandei ir.
— E por quê?
— Você pergunta demais.
— Quero saber porquê tive que ir.
— Eu estava me apaixonando.
— Você não me deu nenhuma explicação.
— Vai embora.
— De novo?
— Sempre.
— Não dessa vez.
Saiu do seu lado e voltou a ficar por cima.
— Sério, cara, me deixa.
Beijou-a tão furiosamente quanto antes. Arrancou-lhe a blusa e lhe sugou os seios. Parou de repente.
— Ainda quer que eu lhe deixe?
— Você nunca vai deixar de ser idiota? Para de falar e continua o que estava fazendo.
Tomou o corpo dela inteiro. Provou e provocou cada pedaço. Ela lhe cortou as costas com as unhas e os barulhos que faziam cortaram o vento que saía pela janela e chegavam aos ouvidos de toda aquela gente que passava pela rua. Não se importavam. Fodiam… Com força.”
— Vai abrindo a boca.
Sua mão lhe prendia o pescoço e ela respirava aos barrancos.
— Me deixe respirar!
Ele frouxou os dedos e segurou-a pelos braços de costas para a parede. Tocou-lhe a testa com a sua própria.
— Por que você faz isso?
— Me largue, por favor.
Beijou-a. Furiosamente arrancou-lhe sangue dos lábios. Ela gritou, mas não o fez parar. Ele, no entanto, parou por conta própria.
— Você gosta?
Ela fez que sim com a cabeça.
— Não gosta, não. Sabe do que você gosta? Daquele cara. Aquele que saiu daqui ainda pouco. Olha pra você, ainda está soando. O sexo com ele é melhor?
— Não seja idiota.
— Quando ele te bate você sente tesão? Quando ele te aperta assim?
Segurou-a pelas pernas e a suspendeu na altura de sua cintura. Empresou-a contra a parede e ela respirava abafado.
— Ele faz tão bem assim? Ele não me parece fazer seu tipo.
— E desde quando você sabe o meu tipo? — Disse ela com tom de ironia.
— Tá na sua cara. Ele só parece ser mais um daqueles caras que você usa na tentativa de esquecer alguém. — ele retrucou.
— Você não me conhece.
— Verdade. Eu realmente não lhe conheço. Mas sei que você quer esquecer alguém. — Ele a deixa, pega sua carteira de cigarros e anda em direção à porta.
— Ei, não vai embora. — ela grita. - Como você pode falar com tanta certeza assim a meu respeito? Você por acaso conhece ele?
— Nem preciso. Você mesma se entregou quando disse que gostava do jeito como te beijei. — Ele olha para ela sorrindo.
— Ok, você realmente tem razão. Mas você também não sabe o quão ruim é ter que fingir não conhecer alguém com quem você trocou por tanto tempo emoções intensas, brigas, dramas, sexo… — Ela continua. — Aliás, eu realmente gostei da maneira como você me beijou. Por um momento me senti nos braços de outro homem, talvez até melhor. — Ela levanta e vai caminhando até ele.
Ao se aproximar ele a empurra contra parede e a beija. — Gostou? — perguntou com cara de deboche.
— Isso é tudo que sabe fazer? - ela retruca e em seguida o leva para a cama.
— Você não parece tão gostosa e mandona por cima.
— Nem você parece ser aquele homem que me tirou sangue ao me beijar. — ele segura os braços dela e a vira sem a menor delicadeza.
— Agora melhorou? — pergunta ele sorrindo.
— É, até que agora você me parece mais atraente. Mas está me sufocando.
Ele riu e jogou o corpo para o lado.
— O que houve?
— Você já esqueceu quem vem tentando esquecer?
— Eu bem que tento. Mas sou perseguida.
— O que te persegue?
— Tudo. Eu sempre o vejo por aí. Nunca é ele, entende? Mas o mundo inteiro decidiu ter a sua aparência.
— Como assim?
— Em todos os lugares… Ele sempre está lá mesmo não estando.
— Lembra o que o fez ir embora?
— Eu o mandei ir.
— E por quê?
— Você pergunta demais.
— Quero saber porquê tive que ir.
— Eu estava me apaixonando.
— Você não me deu nenhuma explicação.
— Vai embora.
— De novo?
— Sempre.
— Não dessa vez.
Saiu do seu lado e voltou a ficar por cima.
— Sério, cara, me deixa.
Beijou-a tão furiosamente quanto antes. Arrancou-lhe a blusa e lhe sugou os seios. Parou de repente.
— Ainda quer que eu lhe deixe?
— Você nunca vai deixar de ser idiota? Para de falar e continua o que estava fazendo.
Tomou o corpo dela inteiro. Provou e provocou cada pedaço. Ela lhe cortou as costas com as unhas e os barulhos que faziam cortaram o vento que saía pela janela e chegavam aos ouvidos de toda aquela gente que passava pela rua. Não se importavam. Fodiam… Com força.”
| — | Luna & Marcos Filipe |
“Como me desacostumar, do velho hábito da tua companhia.
Se é nela que fica a melhor parte do meu dia?”
Se é nela que fica a melhor parte do meu dia?”
| — | Marcos Filipe. |
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
“— Por que está tão silenciosa? — me perguntou Renata sentada na minha cama comendo brigadeiro comigo.
— Mas estou normal.
— Não, você não está.
— Oxe?! — soltei um sorriso para disfarçar.
— Bem, você ainda não me falou dele.
— Dele? que Dele?
— Sophia, você não me engana.
— As vezes só quero ficar em silêncio.
— Quando você menstrua?
— Daqui a uma semana, por quê?
— Já entendi o silêncio.
— Ai sua vadia — joguei o travesseiro nela.
— ela sorriu — Sério, você está diferente.
— Sei lá, não quero mais me maltratar falando dele.
— ela bateu palmas — Nossa parabéns Sophia.
— Why? — falei inglês.
— Deixou de ser idiota.
— Ou não.
— Pelo menos ainda não falou dele.
— Mas estou pensando, Rê.
— Sério, você é uma anta mesmo.
— Você acha que eu não sei?
— Dramática — ela fez um ar irônico e mexeu no cabelo.
— Muito, e você sabe disso.
— Mas, é um drama desnecessário.
— Mas é meu drama, licença, obrigada.
— Babaca.
— Acho que é isso que deveria chamar os apaixonados.
— nos rimos — Bem verdade.
— Babaca.
— Eu? mas nem estou apaixonada, Sophia.
— Mas me ama, dãr.
— ela tacou o travesseiro em mim — Boba.
— Não era babaca?
— Só quis ser romântica,amiga.
— Babaca.”
— Mas estou normal.
— Não, você não está.
— Oxe?! — soltei um sorriso para disfarçar.
— Bem, você ainda não me falou dele.
— Dele? que Dele?
— Sophia, você não me engana.
— As vezes só quero ficar em silêncio.
— Quando você menstrua?
— Daqui a uma semana, por quê?
— Já entendi o silêncio.
— Ai sua vadia — joguei o travesseiro nela.
— ela sorriu — Sério, você está diferente.
— Sei lá, não quero mais me maltratar falando dele.
— ela bateu palmas — Nossa parabéns Sophia.
— Why? — falei inglês.
— Deixou de ser idiota.
— Ou não.
— Pelo menos ainda não falou dele.
— Mas estou pensando, Rê.
— Sério, você é uma anta mesmo.
— Você acha que eu não sei?
— Dramática — ela fez um ar irônico e mexeu no cabelo.
— Muito, e você sabe disso.
— Mas, é um drama desnecessário.
— Mas é meu drama, licença, obrigada.
— Babaca.
— Acho que é isso que deveria chamar os apaixonados.
— nos rimos — Bem verdade.
— Babaca.
— Eu? mas nem estou apaixonada, Sophia.
— Mas me ama, dãr.
— ela tacou o travesseiro em mim — Boba.
— Não era babaca?
— Só quis ser romântica,amiga.
— Babaca.”
| — | “Sophia XXXVII, Que tipo de pessoa ainda chama a outra de babaca?Amor é amor, amizade é ouro.” Bell Paulino |
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
sábado, 19 de janeiro de 2013
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