— Mas estou normal.
— Não, você não está.
— Oxe?! — soltei um sorriso para disfarçar.
— Bem, você ainda não me falou dele.
— Dele? que Dele?
— Sophia, você não me engana.
— As vezes só quero ficar em silêncio.
— Quando você menstrua?
— Daqui a uma semana, por quê?
— Já entendi o silêncio.
— Ai sua vadia — joguei o travesseiro nela.
— ela sorriu — Sério, você está diferente.
— Sei lá, não quero mais me maltratar falando dele.
— ela bateu palmas — Nossa parabéns Sophia.
— Why? — falei inglês.
— Deixou de ser idiota.
— Ou não.
— Pelo menos ainda não falou dele.
— Mas estou pensando, Rê.
— Sério, você é uma anta mesmo.
— Você acha que eu não sei?
— Dramática — ela fez um ar irônico e mexeu no cabelo.
— Muito, e você sabe disso.
— Mas, é um drama desnecessário.
— Mas é meu drama, licença, obrigada.
— Babaca.
— Acho que é isso que deveria chamar os apaixonados.
— nos rimos — Bem verdade.
— Babaca.
— Eu? mas nem estou apaixonada, Sophia.
— Mas me ama, dãr.
— ela tacou o travesseiro em mim — Boba.
— Não era babaca?
— Só quis ser romântica,amiga.
— Babaca.”
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